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    Data: 04/02/18  às 12:39      

Editorial: “Se bolsa-família compra votos, auxílio moradia compra juízes”?




Mais uma vez discorre-se sobre um tema cuja revolta é tamanha, mas a inércia do povo brasileiro em tomar atitudes na hora de suas escolhas a nomes que vão dirimir a gestão do país em todas as esferas (municipal, estadual e federal) é considerada mais revoltante ainda.  Antes de adentrar-se em assuntos pontuais, pensa-se: está tudo errado neste país.  E para mudar, talvez até a Constituição Federal merecesse ser rasgada e outra ser feita. Feita sim, por homens dignos e preparados ética e moralmente; e não por um bando de quadrilheiros como os que se prevalecem no poder deste sistema político há mais de 50 anos com seus clãs mandando e desmandando. Infelizmente, a política coronelista e da toga reinam nesta republiqueta assim como a justiça no Brasil tem dois pesos e duas medidas.

Na última semana, veio à tona as discussões sobre mais uma das imoralidades consideradas “legais” sobre a questão do auxílio moradia pagos a turma da toga, e sem nenhum critério e/ou desconto para nada. Fora as férias de 60 dias para a turma toda enquanto o trabalhador que rala (quando tem emprego), ganha um mísero salário que mal dá para comprar comida, quando, na maioria das vezes, nem férias têm ou lhe são concedidas.

 É o estado com seus status patrimonialista, serviçal e aparelhado por um sistema ideológico e de interesses fisiológicos - regidos nas esferas dos três poderes (Legislativo/Executivo/Judiciário).  Se for para discorrer de forma geral e conceitual sobre tantas injustiças neste país, haverá de se começar pelos políticos que recebem também salários altíssimos sem nenhuma exigência de curso ou formação para representar e dirimir a gestão pública de um país seja, na esfera federal, estadual e municipal. São tantos auxílios pagos a vereadores a deputados e senadores e juízes, enfim, são tantos que só em citá-los dá asco.

Além do auxílio moradia, auxílio paletó, verba indenizatória para gráfica, combustível, restaurantes, cartão corporativo para gastarem à vontade com roupas de grifes, joias, sapatos, noitadas nas baladas, motéis e etc., com suas amantes e esposas.  Uma verdadeira orgia com o dinheiro público. No fim das contas, tudo pago com dinheiro público dos nossos suados impostos.  

Bem, se fosse somente o auxílio moradia pago a turma da toga, a maior injustiça ou absurdo, dos males, esse seria o menor.  Pior de tudo é ter que aturar os ralos da corrupção, lavagens e evasão de divisas com os quadrilheiros eleitos que têm tantos privilégios com nosso suado dinheiro público, enquanto a população brasileira, sequer, tem um salário mínimo digno para a sobrevivência.

Logo, se de fato, os três poderes são harmônicos, então no jogo das causas e efeitos dessas concupiscências - todos têm culpa no cartório.  Sendo assim, não adianta apontar o dedo para uma categoria que usufrui dos privilégios, pois em se tratando da terrível realidade em que se institui a gestão pública no país, a máquina pública só gira e funciona em favor dos grupos que se encontram nestes três poderes. E para os pobres miseráveis que vivem à margem do sistema, basta não conceder nenhum auxílio digno para a sobrevivência que não seja uma “bolsa-esmola” porque assim o curral eleitoral do candidato fica garantido tão quanto os processos que os políticos corruptos estejam envolvidos, na hora do julgamento serão seletivos de acordo com os $$$ ofertados para que sejam, por exemplo, liberados através de liminares e/ou sentenças prolatadas.

País que tem uma massa amorfa que traz no DNA a corrupção entranhada fica difícil desejar que o mesmo seja passado a limpo, visto que no jogo das urnas o eleitor esquece-se de tudo e entra no balcão de negócios para outra conversa.  Então, Se bolsa-família (para não dizer bolsa-esmola) compra votos, então auxílio moradia compra juízes?

Editorial São Fidélis RJ

 

 

















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