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    Data: 19/01/17  às 14:41      

Prefeito Municipal de São Fidélis concede entrevista coletiva para falar da grave situação financeira encontrada que levou ao decreto de estado de calamidade financeira




O Prefeito Municipal de São Fidélis, Amarildo Alcântara e demais secretários de governo se reuniram para uma entrevista coletiva com a imprensa local e regional, na manhã de quinta-feira (19) para explanações sobre a situação das finanças do município de São Fidélis que levou a administração a decretar estado de calamidade financeira.

O prefeito Amarildo disse que além da dívida encontrada no valor 14 milhões, há pagamento de dezembro dos servidores em atraso, assim como os contratados que não receberam nem a parcela do 13º salário e o salário do mês de dezembro; há dívidas com fornecedores, como por exemplo, contas de água, telefone e luz em atrasos.. Ainda durante a sua fala, o prefeito disse que vai entrar em negociação com a Eneel/Ampla cuja empresa já ameaçou com corte de luz.

O prefeito disse que já foram tomadas as medidas de corte de gastos, entre elas, o corte de 8 secretarias que de 19 caíram para 11,  e mesmo assim diante de fatos novos que se relacionam com as finanças do município sendo consideradas muito críticas fizeram constatar um caos e assim foi baixado o decreto de calamidade financeira.

Além do prefeito, participaram da entrevista coletiva, o Secretário Municipal de Governo e Articulação - David Loureiro; Secretário Municipal de Planejamento e Orçamento – Mariano Amorim; Secretário Municipal de Controle Interno - Josemar Lage e o Secretário Municipal de Fazenda – Pedro Henrique de Souza.

Após abertura da coletiva, o prefeito passou as explanações para o Secretário Municipal de Fazenda, Pedro Henrique de Souza - o qual disse que a prioridade no momento é tentar equacionar o pagamento da folha de pagamento dos servidores, além da folha do mês de janeiro, a de dezembro deixada pelo governo passado – que empenhou, mas sem deixar dinheiro em caixa. Porém, estão em análises quais os contratos de mais urgência, bem como diversos documentos e demais contratos estão sendo auditados, pois o objetivo neste momento é fazer com que a gestão siga com rigor no levantamento de todas as informações, para que possa atingir a meta e os compromissos com os serviços públicos dentro da municipalidade.

Segundo o secretário de Controle Interno, Josemar Lage, todas as apurações em relação às dívidas encontradas estão sendo analisadas de modo a que ao final de todo o levantamento da situação as medidas cabíveis terão que ser tomadas, haja vista que se forem constatados crimes contra as finanças públicas - os mesmos não poderão ficar sem as devidas ações que serão levadas às instâncias do campo jurídico.

E ao finalizar a coletiva, o Secretário de Governo e Articulação, David Loureiro disse que o orçamento anual da prefeitura é de aproximadamente de 86 milhões e uma dívida de 14 milhões entre processadas e não processadas, e a prefeitura está com sua frota de veículos totalmente sucateados, e para complicar mais ainda – esta semana foi bloqueado o FPM ( Fundo de participação dos Municípios) por conta de dívidas deixadas pelo governo anterior com o não pagamento.

“O povo precisa saber da real situação que o governo atual recebeu a prefeitura, daí o nosso compromisso com a publicação dos fatos – razão esta da convocação dessa entrevista coletiva para que todos saibam desse triste raio X que estamos passando para vocês da imprensa. O povo já sabe de boa parte da situação como, por exemplo, da cidade destruída, com obras paradas para todo canto, a perda de dinheiro que poderia beneficiar a população, mas, infelizmente, foi devolvido pela gestão passada por falta de projetos, enfim, agora cabe ao grupo do atual governo, trabalhar pela reconstrução da cidade e fazer a mesma voltar a ser uma cidade organizada”, ressaltou

Via redação

Imagens Roberto Joia

CONFIRA AQUI A ENTREVISTA. 























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